Participação de mercado é a chave para sucesso do setor de telecomunicações

Para ser mais eficaz, o setor de telecomunicação em nível global deve mudar o foco de investimentos para participação de mercado, em vez de restringir despesas, afirma estudo da consultoria Bain & Company.

Embora o setor busque atingir a marca de 15% a 20% de intensidade de capital, o panorama não é animador, já que apenas um dos oito prestadores de serviços de rede possui capital efetivo, ou seja, ganharam anualmente pelo menos 1% da participação de mercado nos últimos cinco anos. O restante se divide em dois grupos: o daqueles que gastam mais do que o esperado, considerando seu tamanho – ou seja, falham no quesito de receita – e a parte que gasta mais do que deveria e consequentemente perde a participação de mercado ou não corresponde aos investimentos realizados.

A análise também revela que a intensidade de capital das empresas do segmento precisa estar alinhada com seu cenário específico, suas estratégias, custos e a estrutura para ser bem-sucedida e gerar retorno para os seus acionistas.

Sobre a Bain & Company, Inc.

Bain & Company, uma das maiores consultorias de negócios do mundo, orienta clientes em relação a estratégias, operações, tecnologia, constituição de empresas, fusões e aquisições, desenvolvendo práticas que assegurem aos clientes transparência nos processos de mudança e tomada de decisões. A Consultoria trabalha em sinergia com os clientes, vinculando seu fee aos resultados. O desempenho dos clientes da Bain superou o mercado de ações em 4 para 1. Fundada em 1973, a Bain conta com 55 escritórios em 36 países e atua junto a grandes empresas multinacionais, de private equity e outras corporações em todos os setores da economia. Para mais informações, visite: www.bain.com.br. Twitter: @BainAlerts.