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Press release

Pix e Open Banking devem trazer perda de R$1bi aos bancos, revela Bain

Pix e Open Banking devem trazer perda de R$1bi aos bancos, revela Bain

Novas funcionalidades, porém, devem melhorar concorrência no setor.

  • setembro 20, 2020
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Press release

Pix e Open Banking devem trazer perda de R$1bi aos bancos, revela Bain

Os meios de pagamento instantâneo devem mudar forma como brasileiro realiza suas transações financeiras, trazendo consequências nunca vistas para bancos e fintechs, revela análise feita pela Bain & Company. Com a chegada do Pix e Open Banking, todas as etapas da cadeia de valor de pagamentos devem enfrentar mudanças radicais na criação de novos modelos de negócios, movendo lucros e estimulando a inovação.

“Com o início destes dois movimentos, a partir de 16 de novembro teremos um ambiente altamente interoperável, beneficiando os consumidores e fazendo com que empresas se tornem cada vez mais competitivas”, revela Antonio Cerqueiro, sócio da Bain & Company.

Totalmente gratuito para consumidores finais (PF) e com um custo 80 vezes menor para instituições financeiras (1 centavo por 10 transações), o Pix seguirá um cronograma de novidades de acordo com o Banco Central:

2020:

  • Entrada manual de dados (com teclas)
  • Código QR estático e dinâmico
  • Entrada manual de dados (modelo TED)
  • Pagamentos instantâneos e agendados
  • Alias (3 opções)

2021:

  • Pagamento sem contato (NFC)
  • Código QR do beneficiário (P2P)

2022:

  • Pedido de pagamento

2023:

  • Pagamento através do documento de identificação

A definir:

  • Saques via PIX em bancos

As funcionalidades previstas para o PIX e as características do mercado local, colocam o Brasil em situação análoga à de países como Índia, Suécia e Austrália em termos dos benefícios para os usuários na hora de realizar uma transação P2P e em posição intermediária, relativamente próxima à situação da Suécia, no que tange a transações C2B.

Em transações P2P, o pagamento instantâneo feito via Pix deve substituir boa parte das transferências feitas via TEDs/DOCs por PFs até 2024, trazendo grandes reduções para os bancos, com perdas de margem operacional de até R$1 bi. Já em transações C2B a expectativa é que PIX substitua transações em espécie e que cause a desaceleração no crescimento histórico de transações feitas com cartão de débito.

Com base na experiência em outros mercados, e as vantagens para o portador no uso atual de cartão de crédito, como parcelamentos, prazo de pagamento da fatura e programa de milhagem, a expectativa é que PIX tenha pouco impacto em transações feitas no curto e médio prazo.

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